• Tá, são pecados capitais. Mas todos nasceram no interior
  • Escaninhos são espaços bastante limitados construídos para abrigar ideias pequenas
  • Na teoria, a prática é a teoria
  • Uma frase incompleta sempre me aparece para
  • Enquanto um jura com a mão sobre a Bíblia, ao outro caberá a fé
  • Você não está frito por ser assim, e sim por não ser assado
  • Cão manso é a Esperança, a última que morde
  • A educação não aparece diante dos talheres, mas frente aos garçons
  • Mentiras que confirmamos costumam ser mais inocentes do que verdades que desmentimos
  • Para cada síndrome de Estocolmo, um mau agradecido
  • Distração: a formiga vinha sobre a mesa e colidiu no post-it
  • Arredependimento: um arrependimento mediante condições
  • “Não me espere para o jantar” é o que sempre diz quem vai comer na rua
  • Para cada oportunidade perdida há uma lição a se ganhar
  • A honestidade vale tanto que ninguém até hoje conseguiu comprá-la
  • Entre crespos, lisos, ondulados, os mais belos cabelos são os idos
  • Tarde: experimentou as sandálias da humildade quando lhe coube a coroa de flores

__________

Rubem Penz, nascido em Porto Alegre, é escritor e músico. Cronista desde 2003. Entre suas publicações estão “O Y da questão” (Literalis), “Enquanto Tempo” (BesouroBox) e “Greve de Sexo” (Buqui). Sua oficina literária, a Santa Sede – crônicas de botequim, dez antologias, foi agraciada com o Prêmio Açorianos de Literatura 2016 na categoria Destaque Literário. Na RUBEM escreve quinzenalmente às sextas-feiras.