12 mulheres que fazem a crônica dos anos 10

Posted on 08/03/2016

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Nesta 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, RUBEM separou uma lista de 12 cronistas mulheres que têm mantido o gênero vivo nesta década de 10. Confira!

ana elisaAna Elisa Ribeiro – Chicletes, Lambidinha & Outras Crônicas (Jovens Escribas, 2012). Em crônicas cheias de afetos e familiaridades, a escritora mineira, de certa maneira, nos leva para dentro de sua casa. Também há digressões e diálogos interiores, pequenos ensaios sensíveis. Gosta das palavras, origens e significados e escreve com bom humor.

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Ana Laura NahasQuase um segundo (Editora Cousa, 2013). A escritora capixaba, cronista da RUBEM, escreve crônicas bem elaboradas que abordam temas como a arte, os amigos, os amores, as memórias e os encontros, geralmente com intensidade e abordagem existencial. Ela também promove diálogos com as suas referências da cultura pop.

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Cláudia LaitanoMeus livros, meus filmes e tudo mais (L&PM, 2012). A partir dos produtos culturais que consome, a escritora gaúcha parte para o social e o existencial. Isso sem a pretensão de um crítico especializado, mas usando o tom bem-humorado e próximo do leitor que caracteriza a crônica. Suas reflexões permitem uma visão acurada dos nossos tempos.

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Cláudia TajesPartes íntimas (Arquipélago Editorial, 2015). Também gaúcha, a escritora é dona de uma produção versátil na crônica, que vai da recordação do seu passado aos esquetes cotidianos a la Verissimo. Os embaraços e as situações constrangedores do cotidiano rendem momentos engraçados. Seus diálogos são bastante ágeis e envolventes

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Elyandria Silva
Labirinto de nomes (Moleskine, 2012). A escritora catarinense, cronista da RUBEM, é uma grande observadora do cotidiano, de onde tira inspiração para escrever crônicas delicadas, mas firmes, onde também há espaço para a memória. Seu estilo também se destaca pelo cuidado e pela precisão da linguagem.

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Fernanda TorresSete anos (Companhia das Letras, 2014). A atriz usa a sua bagagem cultural para refletir sobre o mundo e as suas próprias inquietações. Aplica com naturalidade Shakespeare em uma crônica sobre política. Busca compreender as mudanças pelas quais passam as artes e os valores. Apresenta bastidores da dramaturgia, além de perfis e reportagens.

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Maria RibeiroTrinta e oito e meio (Língua Geral, 2015). A atriz e apresentadora do GNT apresenta uma relato sensível da passagem do tempo em sua vida.  Em relatos confessionais, ela passa por temas como a juventude, o casamento e a maternidade, enquanto tenta conhecer melhor a si mesma. Há homenagens a pessoas que lhe são importantes.

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Mariana IanelliBreves anotações sobre um tigre (Ardotempo, 2013). Também poeta, a escritora paulista, cronista da RUBEM, lança ao cotidiano um olhar cheio de encanto e magia. Com destacado lirismo, consegue captar pequenas belezas no noticiário, nas pessoas que admira ou dentro de si mesma e em sua própria família. São textos cheios de ternura.

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Mariana KalilTudo tem uma primeira vez (Dublinense, 2015). A escritora gaúcha se destaca pelo bom-humor e pela auto-ironia ao relatar algumas de suas estreias na vida. Na medida em que constrói a memória de seus medos, surpresas e curiosidades, também permite uma divertida reflexão sobre os equívocos a que estamos sujeitos.

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Martha MedeirosSimples assim (L&PM, 2015). Best-seller, a cronista gaúcha leva para as suas crônicas algumas das conclusões que colhe no transcorrer da vida. Sua crônica insinua caminhos a seguir diante de situações típicas da vida e que afetam a todos nós. Os produtos culturais também lhe inspiram e rendem reflexões que ela traz para a crônica.

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Rosiska Darcy de OliveiraO baile de máscaras (Rocco, 2014). De maneira sensorial, insinuante e poética, a escritora imortal da ABL se debruça sobre o mundo contemporâneo. Além de sensibilidade, suas crônicas também são compostas por inquietações e reflexões equilibradas, centradas, mas corajosas, que vão além do senso comum.

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Vanessa BarbaraO louco de palestra (Companhia das Letras, 2014). Em crônicas criativas e envolventes, a escritora lança um olhar divertido sobre a vida urbana. Há muitos gracejos, exageros e absurdos, mas escritos de forma sóbria e elegante, o que deixa o resultado ainda mais engraçado. Está próxima do estilo clássico do gênero.

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